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Disco da Semana

Saindo um pouco dessa onda de notícias bizarras.
Depois de bastante tempo, uma dica cultural. E essa é das boas! Prato cheio pra quem curte Jazz.

O grande, se não melhor, saxofonista brasileiro, Zé Canuto. Em seu primeiro disco solo, que trás um verdadeiro som de qualidade, misturando o tradicional Jazz com um pouco da brasilidade do Samba, Baião, Bossa, entre muitos outros rítimos, com uma sonoridade pura, limpa, dinâmica, muito natural e com diferentes nuances.
É fato que o som é bem mais acentuado para a vertente dos ritimos brasileiros do que pro tradicional Jazz, até porque, como diz o próprio Canuto, "é pretencioso chamar um músico brasileiro de jazzista, é como chamar um músico americano de sambista."
Sendo assim, uma definição básica e objetiva para o som, seria a de grandes músicos fazendo um som instrumental maravilhoso, com elementos do Jazz e da música brasileira, tais como muita Bossa Nova, Samba, Rítimos Nordestinos e é claro bastante improvisação, que é a alma do Jazz.
O disco conta também com uma equipe de músicos de peso, tal como Marcos Nimrichter (Piano e Acordeom), Jurim Moreira (Bateria), Jakaré (Percussão), Aldivas Ayres (Trombone), Cristovão Bastos (Piano), Bororó (Baixo), Ricardo Leão (Piano), Fernando Caneca (Guitarra), Arthur Maia (Baixo), André Neiva (Baixo), Jessé Sadoc (Trompete), Dino Rangel (Guitarra), João Lyra (Violão), Marcus Teixeira (Violão), Jetro da Silva (Piano), entre outros, e é claro, Zé Canuto (Sax Alto, Tenor, Soprano, Barítono, Flauta, Moringa e Vocal).

Segue abaixo as faixas do disco (Clique para ouvir uma amostra):
01. Os Meninos (4:08)
02. Lindeza (3:51)
03. Cavalo de Batalha (5:15)
04. Terra da Esperança (4:48)
05. Igual na França (4:21)
06. Saudade do Começo (6:54)
07. Tamo' Junto (5:28)
08. Minha Esperança (4:23)
09. Forte Abraço (4:53)
10. Vamo' Viver (5:29)
11. Tú és Fiel (3:36)

Ficha Técnica
Lançado em: 2006
Gravado em: 2004, nos estúdios: OM e A Ilha Estúdios (mixado no Castelo Estúdio)
Gênero: Instrumental
Duração: 51:06
Label: Niterói Discos
Produzido por: Zé Canuto


Zé Canuto é formado em Teoria e Percepção Musical, pela escola de música Villa Lobos e em Harmonia Funcional, pela Escola Rio Música (professor Sérgio Benevenuto). Aos 18 anos, estudou sax alto com o professor francês Idriss Boudrioua, com quem conheceu o Jazz, pois até então sua formação era em cima da MPB (Chico Buarque, Edu Lobo, etc).

Em 1989 iniciou sua primeira turnê profissional trabalhando com o cantor Emílio Santiago. De lá pra cá vem atuando com vários artistas da música popular brasileira e internacional como Gal Costa, Simone, Jorge Benjor, Lenine, Daniela Mercury, Cássia Eller, Nico Rezende, Margareth Menezes, Fafá de Belém, Leila Pinheiro, Flora Purim, Airto Moreira, Barão Vermelho, Altay Veloso, Sueli Costa, Miúcha, Michel Legrand, Orquestra Sinfônica Brasileira, Billy Cobham, Marina Lima, Orlando Morais, Titãs, Rita Lee, Ed Motta, etc.
Zé Canuto também grava com vários artistas da MPB como Caetano Veloso, Gal Costa, Chico Buarque, Edu Lobo, Francis Hime, Fagner, Elza Soares, Alcione, Martinho da Villa, Cauby Peixoto, Ângela Maria, Leny Andrade, Lulu Santos, Miúcha, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Ivan Lins, entre muitos outros.
Na música instrumental vem atuando e gravando com muitos nomes como Quarteto Brasil (grupo do qual é um dos integrantes juntamente com Cristóvão Bastos, Jurim Moreira e Bororó), Aécio Flávio, Wagner Tiso, Luiz Avellar, Arthur Maia, Mou Brasil, Leandro Braga, Vítor Biglione, Pascoal Meirelles, Torcuato Mariano, Ricardo Leão, Paulo Braga, Dino Rangel, Wilson Meirelles, entre outros.
Atuou e ainda atua em gravações e apresentações de músicos e grupos da vertente gospel, como Carlinhos Félix, Josué Rodrigues, Mattos Nascimento, Kléber Lucas, Aline Barros, Fernanda Brum, Ministério Apascentar, e outros mais.

E não é brincando, nem puxando saco, quando digo que ele é reconhecido como um dos melhores saxofonista do Brasil e até do mundo.
Do início de sua carreira até hoje, sempre contou com boa aceitação do público e da crítica especializada tendo sido considerado um dos melhores saxofonistas do Brasil...

“...o brilhante saxofonista Zé Canuto...” (Folha de São Paulo, junho de 1992)
“...a revelação da década...o Jackie McLean brasileiro...” (O Globo, abril de 1991)
“...com um show de sax de Zé Canuto, músico excepcional que vale por um naipe inteiro.” (Jornal do Brasil, outubro de 1997)
“Arranjo orquestral agressivo com o ótimo sax de Zé Canuto fazendo contraponto à voz ...” (O Globo, outubro de 1997)
“...esta com uma introdução brilhante do saxofonista Zé Canuto.” (O Dia, setembro de 1997)

Zé Canuto também é representante de importantes marcas de instrumentos e acessórios para saxofone, tais como: Vandoren, Selmer, Yamaha e Beechler.

Quer conhecer um pouco do som dele?



Visite também: http://www.myspace.com/zecanuto

E toda segunda-feira, no Som Dom Dom (Rua General Osório, nº5, São Domingos - Niterói - RJ), Jazz com Dino Rangel e convidados como Mazinho Ventura, Marcio Bahia, Zé Canuto e grandes músicos.
Couvert individual - R$12,00
Com carteira de estudante - R$6,00

That's all folks!

Mas daqui há alguns dias tem mais, com o som maravilhoso do paraense Marco André, que mistura muitos elementos do som do Norte (Carimbó, Boi-Bumbá, Guitarradas, Brega) com MPB e um pouco de Rock, fazendo um som de muita qualidade e cultura!
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Disco da Semana

Bem semana passada não tivemos disco da semana...
Mas essa semana tem um disco que na minha opinião vale por dois!
É um prato cheio pra quem Metal Progressivo Instrumental e Jazz Fusion!


Liquid Tension Experiment 1 - Liquid Tension Experiment

É o primeiro disco gravado pelo grupo Liquid Tension Experiment, projeto paralelo, iniciado em 1998, dos integrantes da banda Dream Theater com Mike Portnoy na bateria, John Petrucci na guitarra, Jordan Rudess (que na época da formação ainda não fazia parte do Dream Theater) no teclado e com a participação de Tony Levin no baixo (membro do King Crimson e músico de estúdio de Peter Gabriel e John Lennon, entre outros). Precursor do projeto, Mike Portnoy resolveu convidar músicos com grandes habilidades para compor o grupo. Escolheu Tony Levin por conhecer seus inúmeros trabalhos e Jordan Rudess por ser, como Portnoy mesmo disse, "um dos maiores talentos que conheci". Faltava um guitarrista... a esposa de Mike sugeriu que chamasse John Petrucci, uma vez que era um grande amigo e já tocavam juntos há anos. Com músicos de altíssima qualidade, estava montado Liquid Tension Experiment. Foram lançados dois álbuns nesse projeto, o Liquid Tension Experiment 1 e o Liquid Tension Experiment 2 (que também é um ótimo álbum).

Fizeram alguns concertos ao vivo em Nova Iorque, Filadélfia e Los Angeles.

Mike Portnoy em diversas entrevistas divulgou que não pretendem lançar um novo álbum, pois não faria sentido continuar com um projeto quando a maior parte dos integrantes são integrantes do Dream Theater. Entretanto, em comemoração aos dez anos do grupo em 2008, a banda se reunirá para alguns concertos.

Algumas notas:

●A música "State of Grace" também aparece no disco An Evening with John Petrucci and Jordan Rudess
●Partes das músicas "Paradigm Shift" e "Universal Mind" podem ser encontradas na música "Instrumedley" do CD/DVD Live at Budokan do Dream Theater
●"Three Minute Warning" é uma referência às sessões de gravação onde Levin quis improvisar em oposição à Petrucci e Portnoy, que queriam escrever as músicas. Levin disse aos outros que, se a jam não começasse em três minutos, ele iria para casa. A gravação foi tão inesperada que a fita de gravação terminou após cerca de 27 minutos de jam, mas felizmente o gravador DAT de Portnoy gravou bem até o final. A contracapa do CD diz: "CUIDADO:" Three Minute Warning "não é para quem tem o coração-musicalmente fraco, impacientes, ou os críticos de extrema auto-indulgência. Se você se encontra em alguma dessas categorias, por favor, dê stop em seu CD player após faixa 8."
●"Chris e Kevin's Excellent Adventure" não é uma referência aos dois anteriores membros do Dream Theater, Kevin Moore e Chris Collins. Essa faixa foi chamada assim por causa de um fotógrafo que durante uma sessão fotos promocionais chamava Tony Levin e Mike Portnoy de "Chris" e "Kevin", mesmo depois de ser corrigido diversas vezes. Os dois decidiram usar os nomes para o jam track de dois minutos e meio. É também uma referência ao filme 1991, Bill e Ted's Excellent Adventure.
●O álbum foi escrito e gravado em uma semana de sessões em estúdio.

Segue abaixo o tracklist:

1.Paradigm Shift (8:54)
2.Osmosis (3:26)
3.Kindred Spirits (6:29)
4.The Stretch (2:00)
5.Freedom of Speech (9:19)
6.Chris and Kevin's Excellent Adventure (2:21)
7.State of Grace (5:01)
8.Universal Mind (7:53)
9.Three Minute Warning (Part 1) (8:20)
10.Three Minute Warning (Part 2) (4:02)
11.Three Minute Warning (Part 3) (5:18)
12.Three Minute Warning (Part 4) (4:20)
13.Three Minute Warning (Part 5) (6:31)

Ficha Técnica:
Lançado em: Março 10, 1998
Gravado em: September 20 to September 25, 1997
Gênero: Progressive Metal/Instrumental Rock/Metal Fusion
Duração: 74:04
Label: Magna Carta
Produzido por: Liquid Tension Experiment

Mike Portnoy - Drums and Percussion
John Petrucci - Guitars
Jordan Rudess - Keyboards
Tony Levin - Chapman Stick and Bass Guitar

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Disco da Semana

Disco da semana atrasado um dia novamente, mas o que importa é que tá aqui!

Hoje vamos de Yes na fase chamada de Yes West, que muitos consideram a fase Pop, alguns falam que o Yes traiu os fãs nessa época, outros dizem que é a pior fase do Yes e outros consideram a melhor época da banda e ainda existem os que gostam de ambos os períodos, que é o meu caso.

Vamos saber mais um pouco dessa história durante os comentários sobre o álbum!


90125 - Yes

Esse espetácular álbum, na verdade não era pra ser do Yes e sim um projeto chamado Cinema, dos antigos integrantes da banda, Alan White (baterista) e Chris Squire (baixista), junto do guitarrista Trevor Rabin (do Rabbit) O primeiro tecladista do Yes, Tony Kaye, foi chamado de volta para participar, já que Squire acreditava que a técnica mais direta de Kaye iria cair bem para a banda. O guitarrista Trevor Rabin e seu direcionamento pop deu à maioria das músicas do álbum um apelo comercial, principalmente "Owner Of A Lonely Heart" que se tornou destaque na "era MTV", mas ainda assim, trazia alguns aspéctos do estilo original do Yes - em especial, as harmonias vocais. Originalmente os vocais ficariam por conta de Rabin e Squire, mas no começo de 1983, Chris Squire tocou para Jon Anderson algumas das músicas do Cinema em uma festa em Los Angeles. Impressionado por músicas como "Leave It", Anderson aceitou o convite de Squire de cantar nesse novo projeto, resultando numa reformulação "acidental" do Yes. A denominação dessa fase da banda, "Yes West" ("Yes do Oeste"), surgiu devido à residência da banda em Los Angeles e sua nova sonoridade, tipíca de bandas pop americanas. Essa versão do Yes também é chamada de "Generators", originado do nome do segundo disco dessa formação, Big Generator, que também merece grande destaque na carreira da banda, principalmente por músicas como "Shoot High Aim Low", "Rhythm Of Love" e a própria "Big Generator". A nova sonoridade desagradou muitos fãs, por abrir mão de suas caracteristícas originais para se valer de músicas próprias para se tocarem em rádios. No entanto, deve ser notado que muitos fãs do Yes gostam dos dois períodos.

O primeiro disco da banda desde a reunião, 90125, apresentou uma mudança radical em relação a seu som original. Era mais visceral, com efeitos eletrônicos modernos. 90125 foi o disco do Yes mais bem-sucedido, eventualmente vendendo mais de seis milhões de cópias e assegurando um longo tempo de durabilidade para o Yes, com uma turnê que durou mais de um ano. A música "Owner of a Lonely Heart" foi um sucesso em várias paradas, inclusive no Brasil, onde até hoje é talvez a música mais famosa da banda. Yes também obteve sucesso com "Leave It" e "It Can Happen", e ganhou um Grammy por Melhor Instrumental de Rock com a música"Cinema", uma jam-session curta e complexa, sugerindo que o grupo não abandonou por completo sua musicalidade em troca de sucesso comercial, como alguns fãs alegam. O álbum de sucesso também gerou um vídeo (9012Live) e um disco ao vivo (9012Live: The Solos) que incluia peças solo de Anderson, Rabin, Squire e Kaye, além de uma jam entre Squire e White.

Após essa longa hitória, que não termina aqui, segue o tracklist e informações sobre o álbum...

1.Owner of a Lonely Heart (4:29)
2.Hold On (5:16)
3.It Can Happen (5:29)
4.Changes (6:20)
5.Cinema (2:08)
6.Leave It (4:14)
7.Our Song (4:18)
8.City of Love (4:51)
9.Hearts (7:39)


Ficha Técnica

Lançado em: November 14, 1983
Gravado em: Early - August 1983
Gênero: Pop Rock/Art Rock
Duração: 44:49
Label: Atco
Produzido por: Trevor Horn

Jon Anderson - Vocals
Chris Squire - Bass guitars, vocals
Trevor Rabin - Guitars, Keyboards, vocals
Tony Kaye - Keyboards
Alan White - Drums, percussion, vocals


E aqui deixo outra dica, que é o segundo disco da fase "West" do Yes, o Big Generator, que segue a mesma linhagem do 90125, mas com o som mais fiel ao som original do Yes que seu predecessor. Pretendo em breve colocar uma análise sobre esse álbum (Big Generator) quem sabe ele não possa ser o disco da semana que vem!
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Disco da Semana

Não consegui atualizar ontem... então vai hoje!

Quanto ao disco dessa semana, eu não tive muito o que escolher...
Não escutei quase nenhum disco inteiro essa semana que passou...

Então vou colocar o disco do Grace Under Pressure do Rush que têm a música Afterimage, quem leu a postagem anterior já sabe por que coloquei esse disco, no domingo fez dois anos que minha irmãzinha se foi e essa música significa muito pra mim!

Sou suspeito em falar de Rush, mas vou falar um pouco sobre o disco!

Grace Under Pressure - Rush

Grande disco desse maravilhoso power-trio, que não tem uma definição de estilo correta, uns definem como Rock Progressivo outros como Hard Rock, o baixista e vocalista Geddy Lee disse uma vez que o som deles é indefinido e que a melhor classificação seria "Hard Rock querendo flertar com o Progressivo", mas voltando ao CD, é o segundo disco da era 80's, o som tem bastante sintetizadores, e tem algumas influências de Reggae e Ska, o álbum contem ótimas músicas, com destaques para, "Red Sector A", "Distant Early Warning", "Afterimage" e "The Enemy Within".

Outra informação interessante é que esse disco foi gravado em um momento turbulento da banda, um amigo pessoal, à quem é dedicado o disco e a música Afterimage havia falecido, e brigas internas ocorriam nessa época, daí também vem o nome do álbum Grace Under Pressure, não irei me extender mais. Segue o tracklist.

1.Distant Early Warning (4:56)
2.Afterimage (5:03)
3.Red Sector A (5:09)
4.The Enemy Within (Part I of Fear) (4:34)
5.The Body Electric (4:59)
6.Kid Gloves (4:17)
7.Red Lenses (4:41)
8.Between the Wheels (5:44)



Ficha Técnica

Lançado em: April 12, 1984
Gravado em: November 1983 - March 1984 - Le Studio, Morin Heights, Quebec
Gênero: Prog Rock/Hard Rock
Duração: 39:23
Label: Anthem (Canadá)/Mercury
Produzido por: Rush e Peter Henderson

Geddy Lee - bass guitars, synthesizers, vocals
Alex Lifeson - guitars, synthesizers
Neil Peart - drums, percussion
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Disco da Semana

Images And Words - Dream Theater

Um dos melhores discos dessa super banda de Metal Progressivo, que dá uma aula de música em seus discos, shows, etc...
Esse álbum tem uma sonoridade bastante progressiva, com muitos teclados, solos de guitarra, baixo e bateria, e músicas extensas, mas não deixa de fora a pegada de metal da banda!
Segue o tracklist:


1.Pull Me Under (8:14)
2.Another Day (4:24)
3.Take The Time (8:21)
4.Sorrounded (5:30)
5.Metropolis Pt.1 - The Miracle And The Sleeper (9:32)
6.Under A Glass Moon (7:03)
7.Wait For Sleep (2:32)
8.Learning To Live (11:30)


Ficha Técnica

Lançado em: Julho 7, 1992
Gravado em: Dezembro, 1991 - BearTracks Studios, New York (gravações adicionais: The Hit Factory, NY)
Gênero: Prog Metal/Prog Rock
Duração: 57:03
Label: ATCO Records
Produzido por: Dream Theater e David Prater

James LaBrie - Vocals
Kevin Moore - Keyboards
John Myung - Bass Guitar
John Petrucci - Guitar
Mike Portnoy - Drums and Percussion
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